A Agência Nacional de Vigilância Sanitária anuncia nesta quarta (9), às 14h30, no complexo da Anvisa, as novas regras para bulas de medicamentos.
A partir de agora, a letra das bulas será maior. Os textos também usarão informações mais claras, linguagem objetiva, e conteúdos padronizados. A Anvisa também definiu formas de acesso ao texto dos medicamentos para os deficientes visuais.
Fonte: Anvisa
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Livros

Clássicos em doenças de Chagas: história e perspectivas no centenário da descoberta. Organizadores:José da Rocha Carvalheiro, Nara Azevedo, Tania C. de Araújo Jorge, Joseli Lannes-Vieira, Maria de Nazaré Correia Soeiro, Lizabel Klein. Rio de Janeiro: Ed.Fiocruz, 2009. 556 p. IL, fot, GRAF. Inclui bibliografia. ISBN 9788575411742.

Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde(Brasil); Centro de Referência Professor Hélio Fraga. Reunião técnica sobre o surto de micobacterioses. Rio de Janeiro: INCQS, 2007. 14 p.

Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde(Brasil). Oficina de Vigilância da Água para Hemodiálise: quadro atual e perspectivas,1,14-15 maio 2007,Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: INCQS, 2007. 24 p. tab.

Conselho Nacional de Secretários de Saúde(Brasil). As Conferências Nacionais de Saúde: evolução e perspectivas. Brasília: CONASS, 2009. 100 p. (CONASS Documenta, 18). Inclui bibliografia. ISBN 9788589545556.
Texto completo

Biossegurança geral: para cursos técnicos da área de saúde. Organizadores: Marco Antonio F. Costa; Maria de Fátima Barrozo Costa. Rio de Janeiro: Publit, 2009. 309 p. il. Inclui bibliografia. ISBN 85-7773-220-7.

GARRAFA, Volnei; MELLO, Dirceu Raposo; PORTO, Dora. Bioética e vigilância sanitária. Brasília: ANVISA, 2007. 158 p. Inclui bibliografia. ISBN 978-85-88233-25-6.
Texto completo

ISHIKAWA, Kaoru. Controle de qualidade total: a maneira japonesa. Tradução: Lliana Torres. Rio de Janeiro: Campus, 1997. 221 p. il. ISBN 8570017898.
( Doação de Ilka Vilardo )

STARK, Peter A. Introdução aos métodos numéricos. Tradução: João Bosco Pitombeira de Carvalho. Rio de Janeiro: Interciência, 1999. 338 p. Possui índice.
( Doação de Ilka Vilardo )
COSTA, Marco Antonio F.; COSTA, Maria de Fátima Barrozo. Biossegurança de A a Z. 2. ed. Rio de Janeiro: Publit, 2009. 262 p. il. Inclui bibliografia. ISBN 978 - 85 - 7773 - 207 - 4
Biossegurança de OGM: uma visão integrada. Organizadores: Marco Antonio F. da Costa; Maria de Fátima Barrozo da Costa. Rio de Janeiro: Publit, 2009. v.1. 382 p. il. (Biossegurança de OGMs, v.1). Inclui bibliografia. ISBN 85-7773-187-1.
BORBA, Cíntia de Moraes; PEREIRA, Maria Eveline de Castro. Organismos geneticamente modificados: como trabalhar legalmente?. Rio de Janeiro: Publit, 2009. v.2. 118 p. tab.. (Biossegurança de OGMs, v.2). ISBN 85-7773-188-X.
Brasil.Ministério da Saúde. Workshop de biossegurança em Saúde: a biossegurança de organismos não geneticamente modificados no âmbito do Ministério da Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2005. 223 p. il, tab. (Série D. Reuniões e Conferências). Evento realizado em Brasília de 15 a 17 de dezembro de 2003 pelo Departamento de Ciência e Tecnologia e pela Comissão de Biossegurança em Saúde. ISBN 85-334-0820-X.
Texto completo
Teses/Dissertações
ROCHA, Carmen Lucia. Utilização da análise do perfil de fragmentação do DNA genômico por eletroforese em gel de campo pulsado para auxiliar na interpretação do ensaio de esterilidade. Orientador: Verônica Viana Vieira. Rio de Janeiro, 2008. xiii, 62 f., il., tab. Dissertação(Mestrado profissinal em Vigilância Sanitária)-Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde. Inclui bibliografia; Possui cópia em CD-ROM.
Texto completo
ZALFA, Viviane Mega de Andrade. Comprimidos de liberação modificada: análise dos pedidos de patente depositados no Brasil e da utilização destes na prática do evergreening. Orientador: André Luis Gemal. Rio de Janeiro, 2008. xviii, 137 f., il. Dissertação(Mestrado em Vigilância Sanitária)-Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde. Inclui bibliografia; Possui cópia em CD-ROM.
Texto completo
FREITAS, João Carlos Borges Rolim . A reutilização de coelhos submetidos ao teste de pirogênio com soros hiperimunes sujeitos à vigilância sanitária. Orientador:Isabella Fernandes Delgado. Rio de Janeiro, 2008. xvi,60 f., il., graf. Dissertação(Mestrado Profissional em Vigilância Sanitária)-Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde. Inclui bibliografia; Possui cópia em CD-ROM.
Texto completo
NEUFELD, Paulo Murillo. Caracterização taxonômica e susceptibilidade a antifúngicos de leveduras isoladas de infecção hospitalar. Orientador:Márcia dos Santos Lazéra. Rio de Janeiro, 2009. xxi,233 p. il, tab, graf. Tese(Doutorado em Vigilância Sanitária)-Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde. Inclui bibliografia; Possui cópia em CD-ROM.
Texto completo
RAMIREZ, Sonia Silva. Água para hemodiálise no Estado do Rio de Janeiro: uma avaliação dos dados gerados pelo programa de monitoramento da qualidade nos anos de 2006-2007. Orientador:André Plastino. Rio de Janeiro, 2009. xvi,38 p. il. Trabalho de conclusão de Curso(Especialização em Controle da Qualidade em Produtos, Ambientes e Serviços vinculados à Vigilância Sanitária)-Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde. Inclui bibliografia; Possui cópia em CD-ROM.
Texto completo
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Programa de Pós-Graduação em Vigilância Sanitária - Seleção Pública para Mestrado e Doutorado 2009/2010
O Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde/FIOCRUZ torna pública a abertura das inscrições para a Seleção Pública de candidatos ao Programa de Pós-Graduação em Vigilância Sanitária. Manual de Orientações
Saúde pede nova CPMF, mas até agora só investiu 4% do previsto para o ano
Materia publicada no Jornal O Globo em 04/09/2009 às 00h01m
por: Cristiane Jungblut e Chico de Gois
Nova CPMF: Saúde quer verba, mas pouco investe
por: Cristiane Jungblut e Chico de Gois
Nova CPMF: Saúde quer verba, mas pouco investe
domingo, 12 de julho de 2009
Produtos à base de substâncias lícitas que simulam os efeitos de drogas ganham força
O Globo
RIO - A legalização das drogas sempre desperta debates acalorados, mas existem usuários que consideram o assunto praticamente encerrado. Coisa do passado, como mostra a reportagem publicada na Revista O Globo deste domingo. Eles já compram e usam substâncias entorpecentes sem infringir a lei. São os consumidores das chamadas legal highs, uma nova geração de drogas fabricadas em laboratório a partir de substâncias sintéticas que reproduzem os efeitos de maconha, cocaína, ecstasy, LSD. Mas que não contêm nenhum componente proibido pela legislação.
No caso da maconha, por exemplo, o princípio ativo presente nas folhas da Cannabis sativa, conhecido como THC, sai de cena para ser substituído por um composto sintético, que posteriormente é misturado a outras ervas. Esse mix resulta em produtos como o Spice, a mais popular entre as versões genéricas da maconha comercializadas em diversas lojas, principalmente na Europa (no Brasil, já existem três sites vendendo). Quase sempre, as legal highs vêm em embalagens com logotipos coloridos, que lembram pacotes de figurinhas. O embrulho de Raz, outro produto à venda, remete às tradicionais caixas de sabão em pó e apresenta o slogan: "Now even whiter than white" ("agora, ainda mais branco do que o branco"), em uma alusão à cocaína. Entre seus concorrentes estão marcas como Snow Blow e Charge +. O cardápio é cada vez mais variado. Há uma extensa lista de produtos para todas as versões de drogas ilícitas.
Com visibilidade crescente, o comércio de legal highs despertou a preocupação de autoridades da União Europeia e começou a ganhar destaque no noticiário local. Na semana passada, a emissora inglesa BBC exibiu um documentário com uma hora de duração intitulado "Can I get high legally?" ("Posso me drogar legalmente?").
A resposta dos governantes tende a ser não. Prevalece a tentativa de controlar o avanço dessas novas substâncias - uma missão nada fácil, aliás. No verão europeu, as legal highs são vendidas em larga escala em festivais de música como o Glastonbury, que reuniu 190 mil pessoas no oeste da Inglaterra, há duas semanas. E, durante todo o ano, elas estão nas prateleiras de lojas variadas, como pontos de venda de revistas em quadrinhos e lanchonetes. Podem ser compradas, inclusive, com cartão de crédito.
Fonte: http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2009/07/11/produtos-base-de-substancias-licitas-que-simulam-os-efeitos-de-drogas-ganham-forca-756778759.asp
RIO - A legalização das drogas sempre desperta debates acalorados, mas existem usuários que consideram o assunto praticamente encerrado. Coisa do passado, como mostra a reportagem publicada na Revista O Globo deste domingo. Eles já compram e usam substâncias entorpecentes sem infringir a lei. São os consumidores das chamadas legal highs, uma nova geração de drogas fabricadas em laboratório a partir de substâncias sintéticas que reproduzem os efeitos de maconha, cocaína, ecstasy, LSD. Mas que não contêm nenhum componente proibido pela legislação.
No caso da maconha, por exemplo, o princípio ativo presente nas folhas da Cannabis sativa, conhecido como THC, sai de cena para ser substituído por um composto sintético, que posteriormente é misturado a outras ervas. Esse mix resulta em produtos como o Spice, a mais popular entre as versões genéricas da maconha comercializadas em diversas lojas, principalmente na Europa (no Brasil, já existem três sites vendendo). Quase sempre, as legal highs vêm em embalagens com logotipos coloridos, que lembram pacotes de figurinhas. O embrulho de Raz, outro produto à venda, remete às tradicionais caixas de sabão em pó e apresenta o slogan: "Now even whiter than white" ("agora, ainda mais branco do que o branco"), em uma alusão à cocaína. Entre seus concorrentes estão marcas como Snow Blow e Charge +. O cardápio é cada vez mais variado. Há uma extensa lista de produtos para todas as versões de drogas ilícitas.
Com visibilidade crescente, o comércio de legal highs despertou a preocupação de autoridades da União Europeia e começou a ganhar destaque no noticiário local. Na semana passada, a emissora inglesa BBC exibiu um documentário com uma hora de duração intitulado "Can I get high legally?" ("Posso me drogar legalmente?").
A resposta dos governantes tende a ser não. Prevalece a tentativa de controlar o avanço dessas novas substâncias - uma missão nada fácil, aliás. No verão europeu, as legal highs são vendidas em larga escala em festivais de música como o Glastonbury, que reuniu 190 mil pessoas no oeste da Inglaterra, há duas semanas. E, durante todo o ano, elas estão nas prateleiras de lojas variadas, como pontos de venda de revistas em quadrinhos e lanchonetes. Podem ser compradas, inclusive, com cartão de crédito.
Fonte: http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2009/07/11/produtos-base-de-substancias-licitas-que-simulam-os-efeitos-de-drogas-ganham-forca-756778759.asp
Assinar:
Postagens (Atom)


